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16/04/2012

Líder cristão é decapitado por radicais islâmicos no norte de Mali

Um líder cristão foi decapitado por muçulmanos radicais que impuseram a Lei Sharia em uma parte da região Norte de Mali, localizada na África Ocidental. Diante das ameaças, os cristãos estão fugindo da cidade de Timbuku, em Gao as igrejas foram completamente destruídas.
O país sofreu um golpe militar e desde então os cristãos já estão sendo forçados a deixar suas vidas e tentar fugir para o sul ou para outros países da África. Algumas sanções foram aplicadas de fora do país, como o corte do fornecimento de eletricidade o que faz com que os relatórios com pedidos de ajuda demorem a chegar até as autoridades internacionais.

Mali é o sétimo maior país da continente africano e fica na borda do Saara. Para cumprir sua missão o britânico Timothee Yattara resolveu se mudar para aquela região tão remota e por pouco sobreviveu aos ataques. Juntamente com sua família ele fugiu para a cidade de Bamako que fica no sudeste de Mali, mas por ter fugido às pressas o missionário não levou dinheiro nem para alugar uma casa.

Em seu relato ele diz que os islâmicos possuem uma lista contendo os dados de todos os cristãos da cidade de Timbuku com a intenção de executar todos eles por meio da decapitação. “A maioria dos cristãos já fugiram para a segurança deles tendo a lei Sharia imposta em todo o Norte”, disse ele.

O problema se agrava cada dia mais, pois Mali está sendo aterrorizada pela Al Qaeda e os rebeldes associados a esse grupo terrorista tem reclamado a parte norte do país como sendo sua terra natal. Muitos rebeldes da Líbia também estão se mudando para o Norte de Malo fazendo com que a segurança da população fique ainda pior

22/03/2012

Cerca de 3.000 cristãos estão presos na Eritreia de maneira desumana

A Eritreia continua prendendo cristãos em containers de metal e também em prisões em condições desumanas por simplesmente professarem sua fé em Jesus. É possível que no momento tenham entre 2.000 ou 3.000 pessoas presas por serem membros de denominações não reconhecidas pelo governo.
Localizada na África, a Eritreia só foi incluída no relatório anual de Liberdade Religiosa Internacional, na Comissão dos Estados Unidos, no ano passado e agora figura na lista dos países que geram preocupação diante da discriminação e perseguição de cristãos.

A história mais marcante foi da cantora evangélica Helen Berhane que ficou mais de dois anos dentro de um container, vivendo em condições desumanas e sem direito a julgamento. Tudo porque ela se converteu e gravou um CD com músicas evangélicas, por esse motivo ela foi acusada de ser um “inimigo político” por propagar um discurso diferente do Estado.

Casos como o de Helen são difíceis de receberem interferência internacional, pois o país não tem processo judicial independente, ou seja, os cidadãos não podem, de maneira pacífica, organizar protestos. Outro fator que impede a ação é a falta de organizações nacionais que defendam os direitos humanos e como se não bastasse a imprensa não tem liberdade de expressão.

A agência de notícias Christian Solidarity Worldwide (CSW) afirma que os cristãos sofrem muita perseguição e quando são presos ficam trancados em ambientes quentes e insalubres, sofrendo privações e torturas.

Entre as igrejas cristãs que não são autorizadas pelo governo da Eritreia a prestar cultos livremente está a Igreja Adventista do Sétimo Dia, além de muitas outras que foram banidas pelo Estado. Mesmo assim 47% da população se declara cristã e 49% são muçulmanos.

Fonte: Portas Abertas

17/03/2012

Maior líder muçulmano da Arábia Saudita pede a destruição de todas as igrejas cristãs

O sheik Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti da Arábia Saudita, maior líder religioso do país onde Maomé nasceu, declarou que é “necessário destruir todas as igrejas da região.”
Tal comentário do líder muçulmano foi uma resposta ao questionamento de uma delegação do Kuwait, onde um membro do parlamento recentemente também pediu que igrejas cristãs fossem “removidas” do país.

O grão-mufti salientou que o Kuwait era parte da Península Arábica, e por isso seria necessário destruir todas as igrejas cristãs de lá.

“Como acontece com muitos muftis antes dele, o sheik baseou sua fala na famosa tradição, ou hadith, que o profeta do Islã teria declarou em seu leito de morte: ‘Não pode haver duas religiões na Península [árabe]’. Isso que sempre foi interpretado que somente o Islã pode ser praticado na região”, explicou Raymond Ibrahim, especialista em questões islâmicas.

A importância dessa declaração não deve ser subestimada, enfatiza Ibrahim: “O sheik Abdul Aziz bin Abdullah não é um líder muçulmano qualquer que odeia as igrejas. Ele é o grão-mufti da nação que levou o Islã para o mundo. Além disso, ele é o presidente do Conselho Supremo dos Ulemás [estudiosos islâmicos] e presidente do Comitê Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas. Quando se trata do que o Islã prega, suas palavras são imensamente importantes “.

No Oriente Médio, os cristãos já estão enfrentando perseguição maior, incluindo a morte, nos últimos meses. Especialmente nos países onde as facções militares islâmicas têm aproveitado o vácuo de poder criado pelas revoluções da chamada “Primavera árabe”, como Egito, Líbia e Tunísia, Jordânia, Marrocos, Síria e Iêmen.

Os cristãos coptas, por exemplo, que vivem no Egito há milênios estão relatando níveis mais elevados de perseguição de muçulmanos. No Norte de África, os muçulmanos prometeram erradicar o cristianismo em alguns países, como a Nigéria. No Iraque, onde os cristãos tinham algumas vantagens durante o governo de forte Saddam Hussein, populações cristãs inteiras fugiram. O Irã também tem prendido crentes e fechado igrejas mais do que de costume.

Ibrahim escreveu ainda em sua coluna: “Considerando a histeria que aflige o Ocidente sempre que um indivíduo ofende o Islã, por exemplo, uma pastor desconhecido qualquer, imagine o que aconteceria se um equivalente cristão do grão-mufti, digamos o papa, declarasse que todas as mesquitas da Itália devem ser destruídas, imaginem o frenesi da mídia ocidental. Imediatamente todos os veículos gritariam insistentemente ”intolerância” e “islamofobia”, exigiriam desculpas formais e apelariam para uma reação dos políticos”.

O estudioso acredita que uma onda de perseguição sem precedentes está prestes a ser iniciada na região, que ainda testemunha Israel e Irã viverem ameaçando constantemente fazerem ataques. O resultado disso pode ser um conflito de proporções globais.

Fonte: Arabian Business e WND (http://www.radioc.com.br/radioc.htm)

11/11/2010

Mulher cristã é condenada à morte no Paquistão

Asia Bibi foi denunciada por muçulmanas que não queriam beber a mesma água que ela.


Um tribunal do Paquistão condenou à morte nesta quinta-feira (11) uma mulher cristã, mãe de cinco filhos, acusada de blasfêmia. O veredito provocou a revolta de grupos de defesa dos direitos humanos.
Asia Bibi, de 45 anos, recebeu sua sentença em uma corte de Nankana, na Província central de Punjab.
O Paquistão jamais executou um réu por blasfêmia, mas o juiz ditou a condenação com base em leis locais provenientes da sharia, o código penal muçulmano.

O processo de Asia começou em junho de 2009, quando ela foi buscar água enquanto trabalhava no campo. Um grupo de camponesas muçulmanas protestou, argumentando que uma mulher não-muçulmana não deveria tocar o jarro d'água do qual elas também beberiam.
Dias depois, o grupo de muçulmanas procurou um clérigo local e denunciou Asia, indicando que ela teria feito comentários depreciativos sobre o profeta Maomé.

O sacerdote, por sua vez, procurou a polícia local e uma investigação foi aberta.
Asia foi presa no vilarejo de Ittanwalai e indiciada sob a seção 295 C do Código Penal paquistanês, que inclui a pena de morte.

Asia deve ser enforcada

O juiz Navid Iqbal, que a condenou à morte por enforcamento, "excluiu completamente" qualquer hipótese de que a ré tivesse sido falsamente acusada, afirmando que não há "circunstâncias atenuantes" no caso.

O marido de Asia, Ashiq Masih, de 51 anos, disse que pretende apelar da condenação de sua mulher, que ainda precisa ser ratificada pela corte de Lahore, uma instância superior.

O casal tem três filhas e dois filhos. Segundo ativistas dos direitos humanos e defensores das minorias, é a primeira vez que uma mulher é sentenciada à morte por enforcamento no Paquistão por blasfêmia.
No ano passado, um casal foi condenado à prisão perpétua pela mesma acusação.

Ali Dayan Hasan, porta-voz da organização Human Rights Watch, disse que "a lei da blasfêmia é completamente obscena e precisa ser derrubada em sua totalidade".

Cerca de 3% da população paquistanesa, que chega a 167 milhões de pessoas, é composta por não-muçulmanos.

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